Marquesa de Santos (Rede Manchete)


Corte brasileira, início do século 19. A história da ardente paixão que uniu Domitila de Castro Canto e Melo, a Marquesa de Santos (Maitê Proença), a D. Pedro I (Gracindo Jr.), o imperador do Brasil, em plena época da efervescência do processo de independência do país e tendo à sua volta muitos conspiradores.

Celebridade

A trama tem como eixo central a rivalidade entre duas mulheres: a bem-sucedida empresária e ex-modelo Maria Clara Diniz, dona da produtora Mello Diniz, e a dissimulada e ardilosa Laura Prudente da Costa, que se aproxima de Maria Clara dizendo ser sua maior admiradora e consegue um emprego em sua empresa, tramando na verdade tomar posse de tudo que é seu.

O Tempo não Para

Uma família acaba sendo congelada ao naufragar durante um cruzeiro pela Patagônia em 1886. Após 130 anos, o bloco de gelo vai parar no Guarujá e os membros do clã são resgatados. Agora, eles precisam sobreviver nos dias de hoje.

Elenco:
Juliana Paiva
Nicolas Prattes
Edson Celulari
Christiane Torloni
Felipe Simas

Diretor:
Leonardo Nogueira

Anjo Mau (1967) [Compacto]


Nice é uma moça pobre com cara de anjo, mas de atitudes nada corretas e inconformada com o destino previsível: casar-se com o namorado suburbano, Júlio, e ter muitos filhos. Ela emprega-se como babá na mansão dos Medeiros, onde já trabalha seu pai, Augusto, e se apaixona por Rodrigo, irmão de sua patroa, Stela. A babá usa de todas as armas para conquistar o rapaz visando o dia em que se transformará na dona daquele casarão.

Planeta dos Macacos (Série) - [DVD-R] [Dual Áudio]

A série Planeta dos Macacos foi criada pela CBS , em 1974, de mesmo nome,  de 1968. A série utiliza o mesmo argumento do filme. Três astronautas voltam de uma missão no espaço e descobrem que viajaram no tempo. Um deles morre na aterrissagem. O Planeta Terra não é mais dominado pela raça humana, mas sim pelos símios. No topo da nova estrutura social da Terra estão os orangotangos: Legisladores, políticos e sábios. Logo abaixo, vem os gorilas: soldados fortes e ferozes. Os chimpanzés ficam em terceiro plano, cuidando do trabalho pesado e em alguns casos de pesquisas em laboratórios ou como antropólogo e veterinários, estudando os humanos que sobraram. É preciso dizer que os humanos, nesse novo cenário, são escravos e cobaias de experiências científicas.